Laranjeiras do Sul, 08 de Março de 2025
Amigo, sabe aquele papo de que “rir é o melhor remédio”? Pois é, funciona para muita coisa, mas definitivamente não é o remédio para o vício em crack. Afinal, essa droga não só destrói sua saúde, mas também te transforma em uma versão "zumbi de filme B", e ninguém quer ser figurante na própria vida, né?
Os “efeitos especiais” do crack:
- Boca mole: Parece que você está mascando chiclete de vento. Se tentarem entender o que você fala, boa sorte pra eles!
- Olho parado: Como se você tivesse visto um OVNI, mas ninguém ao seu redor entende o que você tá olhando.
- Voz rouca: É tipo um cover malfeito do Zé Ramalho. Só que, ao contrário dele, você não vai fazer sucesso.
- Jeito de retardado: Nada engraçado aqui. É a perda total de controle. Você já não age, só reage, e quem tá em volta não sabe se ri ou chora.
A real:
O crack pode até parecer "baratinho" no começo, mas o preço que você paga é a sua vida. Ele não só rouba a sua saúde, mas também os seus sonhos, amigos, família, e até o respeito que você tem por si mesmo.
Então, como evitar essa cilada?
- Não experimente: Essa é a melhor escolha. Não tem meio termo!
- Ajude quem está nessa: Muitas vezes, quem tá viciado precisa de apoio, não de julgamento.
- Se informe e fale sobre isso: Quanto mais gente souber dos perigos, melhor!
Lembre-se: a única coisa boa que você pode fazer com crack é nunca começar. Viver bem é muito mais legal que acabar virando piada (ou estatística).
E, sério, se for pra ser engraçado, que seja contando piada — não fumando sua dignidade.